quarta-feira, 9 de junho de 2010

MITOLOGIA - ESCOLA MICHELSON NOBRE DA SILVA















Caros alunos,
Apresento este resumo que será o indicativo da prova do bimestre.
César Venâncio.
Professor.
Mitologia
Prometeu (1868 por Gustave Moreau)
Mitologia (do grego μυθολογία) é o estudo dos mitos (lendas e/ou histórias) de uma cultura em particular creditadas como verdadeiras e que constituem um sistema religioso ou de crenças específicos. Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mas nem todos os mitos têm esse propósito explicativo. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração. Figuras mitológicas são proeminentes na maioria das religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões. O termo é freqüentemente associado às descrições de religiões fundadas por sociedade antigas como mitologia romana, mitologia grega, mitologia egípcia e mitologia nórdica, que foram quase extintas. No entanto, é importante ter em mente que enquanto alguns vêem os panteões nórdicos e célticos como meras fábulas outros os têm como religião (ver Neopaganismo). Pessoas de muitas religiões tomam como ofensa a caracterização de sua como um conjunto de mitos, pois isso é afirmar que a religião em si é uma mentira. Mesmo assim, muitas pessoas concordam que cada religião tem um grupo de mitos os quais desenvolveram-se somados às escrituras. Um exemplo cotidiano ocorre nos países cuja maioria populacional segue religiões de origem judaico-cristãs, como o Brasil ou México. Quando um seguidor de outra religião que não a cristã refere-se ao cristianismo como sendo um conjunto de mitos, seus seguidores sentem-se ofendidos.
Religião e mitologia
Alguns usam os termos mito e mitologia para ilustrar histórias de uma ou mais religiões como algo falso ou duvidoso. Enquanto quase todos os dicionários incluem essa definição, mito nem sempre significa que uma história é falsa, tampouco verdadeira. O termo é constantemente utilizado nesse sentido de descrever religiões criadas pelas sociedades antigas, cujos ritos estão quase extintos. Muitas pessoas não consideram as histórias sobre a origem e acontecidos, como contendores de mitos; eles vêem seus textos sagrados como possuindo verdades religiosas, inspiradas divinamente, mas não repassadas em linguagens humanas. Outros separam suas crenças de histórias similares de outras culturas e se referem a estas como história. Essas pessoas se opõem ao uso da palavra “mito” para descrever suas crenças. Para o propósito desse artigo a palavra mitologia é usada para se referir a histórias, que, enquanto podem ou não serem factuais, revelam verdades fundamentais e pensamentos sobre a natureza humana, através do freqüente uso de arquétipos. Também é necessário frisar que as histórias discutidas expressam pontos de vista e crenças de um país, um período no tempo, cultura e/ou religião a qual lhes deu à luz. Uma pessoa pode falar de mitologia Judaica, mitologia Cristã ou mesmo mitologia Islâmica, onde cada uma descreve os elementos míticos nessas religiões sem se referir à veracidade sobre a sua história.
Mitologia moderna.
Muitos fatos e personagens de jogos são inspirados em mitologias. Jogos de RPG como Final Fantasy recebem muitas criaturas provenientes de mitologias. Séries de televisão e de livros como Star Trek e Harry Potter, por exemplo, têm aspectos mitológicos marcantes que algumas vezes desenvolvem-se em sistemas filosóficos profundos e intrincados. Essas séries não são mitologia, mas contêm temas míticos que, para alguns, atendem às mesmas necessidades psicológicas. Um ótimo exemplo são as obras O Silmarillion e O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien, bem como a série de filmes Star Wars (Guerra nas Estrelas) de George Lucas. Outra série é Supernatural, que ressalta muitos pontos da cultura espalhadas pelo mundo, ja que se ultilizam de muitos recursos, como as de algumas culturas que ja se extinguiram. As leis de direitos autorais, no entanto, limitam os autores independentes de estender em um ciclo das histórias modernas. Alguns críticos acreditam que o fato de os principais personagens dos ciclos das histórias modernas não estarem no domínio público previne esses ciclos de emprestarem vários aspectos essenciais das mitologias. O "Fan fiction" atenua esse problema. Ficção, porém, não atinge o nível de mitologia enquanto as pessoas não acreditam que aquilo realmente aconteceu. Por exemplo, alguns acreditam que as histórias de Clive Barker, como "Candyman", foram baseadas em fatos reais. O mesmo pode ser dito da Bruxa de Blair e muitas outras histórias. A mitologia sobrevive no mundo moderno através de lendas urbanas, mitologia científica e muitas outras maneiras. O anime e a série de mangás, Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya no original), por exemplo, é considerada a que mais se baseia nas histórias das mitologias antigas (tirando Senhor dos Anéis), como a Mitologia Grega, Nórdica, Egípcia, e diversas outras. A história não é uma mitologia; ela conta a história das mitologias tradicionais, onde guerreiros representam constelações e têm como objetivo enfrentar os deuses que se opuserem a Atena (deusa grega da sabedoria). Vários personagens e monstros mitológicos como o Orfeu e o Cérbero estão presentes no nosso cotidiano.
Lista de mitologias
Artesanato Biografias Cibercultura Cinema Desporto (Esporte) Entretenimento Folclore Gastronomia Passatempos Jogos Misticismo Mitologia Ocultismo Religião Turismo
Paganismo (politeísmo histórico e neopaganismo)
Principais conceitos
Animismo · Panteísmo · Politeísmo · Xamanismo
Politeísmo histórico
Religião pré-histórica: Protoindo-europeia · Proto-semítica · Europa: Báltico (Lituana · Letã) · Basca · Celta · Finlandês · Germânico (Anglo-Saxão · Nórdico · Germânica Ocidental) · Greco-Romana (Culto heróico · Mistérios de Elêusis · Mitraísmo · Orfismo · Hermetismo · Culto imperial) · Eslava · Oriente Médio: Cananéia · Egípcia · Assírio-babilônica · Ásia: Védica · Mesoamérica: Asteca · Maia · Olmeca
Religiões folclóricas
Xamanismo euroasiático · Hinduísmo · Chinesa · Japonesa · Nativo-americana · Pacífico
Mito e ritual
Culto dos ancestrais · Culto animal · Ethos · Folclore · Magia e religião · Mito e ritual · Mitologia · Ortopraxia · Religião e mitologia · Ritual · Sacrifício (Animal · Humano) · Feitiçaria · Tradição · Virtude · Bruxaria
Cristianização
Cristianismo e paganismo · Locais cristianizados · Imagens e mitos cristianizados · Calendário cristianizado · Rituais cristianizados · Reviravolta de Constantino · Religião helenística · Iconoclastia · Neoplatonismo · Religio licita · Culto imperial · Paganismo virtuoso
Movimentos neopagãos
Báltico · Celta · Finlandês · Germânico (Ariosofia · Ásatrú · Teodismo · Urglaawe) · Grego · Judeopaganismo · Kemetismo · Neo-druidismo · Bruxaria Ancestral · Reconstrucionismo · Romano · Eslavo · Unitária Universalista · Wicca (Wicca britânica tradicional)
· Portal Mitologia
Portal Mitologia greco-romana

AVISO AOS ALUNOS DO TERCEIRO ANO - TARDE

AVISO AOS ALUNOS DO TERCEIRO ANO - TARDE

A PROVA DO PROFESSOR CÉSAR VENÂNCIO.

SEMANA DE 14 A 21 DE JUNHO DE 2010

TEMA PRINCIPAL PARA O TERCEIRO ANO.

FILOSOFIA:
LÓGICA.
RAZÃO.
VERDADE.
CONHECIMENTO.

TEXTO DO TRABALHO DIRECIONADO ESTA NESTE SITE

AVISO AOS ALUNOS DOS SEGUNDOS ANOS - TARDE

A PROVA DO PROFESSOR CÉSAR VENÂNCIO.

SEMANA DE 14 A 21 DE JUNHO DE 2010

TEMA PRINCIPAL PARA O SEGUNDO ANO - TODAS AS TURMAS.

MITOLOGIA.

TÓPICOS PARA ESTUDAREM:

Mitologia: Religião e mitologia. Mitologia moderna.

TEXTO DO TRABALHO DIRECIONADO ESTA NESTE SITE

terça-feira, 1 de junho de 2010

SÉTIMO ANO TURMA "D"

SÉTIMO ANO DO PRIMEIRO GRAU
ENSINO FUNDAMENTAL
TURMA GEOGRAFIA
7o ANO "D"
EQUIPES DOS ESTUDOS DIRIGIDOS

TEMAS PARA ESTUDOS EM TODAS AS EQUIPES.
010610

SÉTIMO ANO DO PRIMEIRO GRAU TURMA "E"

SÉTIMO ANO DO PRIMEIRO GRAU
ENSINO FUNDAMENTAL
TURMA GEOGRAFIA
7o ANO "E"
EQUIPES DOS ESTUDOS DIRIGIDOS

TEMAS PARA ESTUDOS EM TODAS AS EQUIPES.
010610
12.39pm

NONO ANO "A" GEOGRAFIA 2010

01.06.2010
ÀS: 07.50
NONO ANO DO PRIMEIRO GRAU
ENSINO FUNDAMENTAL
TURMA GEOGRAFIA
9o ANO "A"
MANHÃ.

EQUIPES DOS ESTUDOS DIRIGIDOS

1 - EQUIPE
ANA KAROLINE
ANA MÁRCIA
CAMILA

2 - EQUIPE
CLAUDEMIR
GLEICIANE
ANTONIA REBEKA

3 - EQUIPE
LEONILDO
LUCAS
NAYARA

4 - EQUIPE
FABIANO
RENATO

5 - EQUIPE
RUTH
RAYANE
DENISE

6 - EQUIPE
IURY
JEFERSON
WILKISON

7 - EQUIPE
THIAGO
FELIPE
WILSON

8 - EQUIPE
ELLEN
THAYNÁ
KARINA

9 - EQUIPE
VITÓRIA
THAMIRES
SIBELE

10 - EQUIPE
EMANUELLE
VALDERLANIA
DANILO

11 - EQUIPE
TATYANA
FERNANDO
LARISSA



TEMAS PARA ESTUDOS EM TODAS AS EQUIPES.

INTRODUÇÃO.

A Geografia é uma ciência,que tem como objeto de estudo o espaço, tambem é concebida como o estudo da superfície terrestre, da distribução espacial e das relações recíprocas dos fenômenos físicos, biológicos e sociais que nela se manifestam. Alguns geógrafos acham que a Geografia deve se preocupar também com planetas como Marte e Vênus, ou seja, o estudo dos processos e da estrutura da superfície destes planetas.

A geografia física está incluída nas Ciências da Terra, e seu objetivo é o estudo de padrões espaciais de fenômenos geológicos, hidrográficos, climáticos e padrões regionais de fauna e flora. Já a geografia humana focaliza-se nas ciências sociais, estudando os aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos do mundo. Cada uma dessas orientações é uma visão do mundo, e cada geografia particular privilegia este ou aquele aspecto.

Os geógrafos não apenas investigam estes aspectos físico-sociais da Terra como também os porquês destes aspectos e as possíveis consequências destes aspectos para o ambiente.

A geografia pode melhor ser estudada como ciência interdisciplinar, envolvendo as outras ciências, tais como biologia, ecologia, matemática, sociologia, química, física, etc, pois todos estes conhecimentos são necessários para um entendimento mais abrangente do espaço e das relações humanas. Nesta linha de pensamento, até mesmo a divisão entre geografia física e humana torna-se questionável, pois as relações humanas interferem no espaço.

GEOGRAFIA - DESCRIÇÃO TEÓRICA - ELEMENTOS PARA A PROVA DO SEGUNDO BIMESTRE.

GEOGRAFIA.



A geografia é uma ciência que tem por objetivo o estudo da superfície terrestre e a distribuição espacial de fenômenos significativos na paisagem. Também estuda a relação recíproca entre o homem e o meio ambiente (Geografia Humana). Para alguns a Geografia também pode ser uma prática humana de conhecer onde se vive para compreender e planejar o espaço onde se vive. Um dos temas centrais da geografia é a relação homem-natureza. A natureza é entendida aqui como as forças que geraram ou contribuem para moldar o espaço geográfico, isto é, a dinâmica e interações que existem entre a atmosfera, litosfera, hidrosfera e biosfera. O homem é entendido como um organismo capaz de modificar consideravelmente as forças da natureza através da tecnologia.

Visão geral.
A geografia é uma Ciência que estuda a relação entre a Terra e seus habitantes. Os geógrafos querem saber onde vivem os homens, as plantas e os animais, onde se localizam os rios, os lagos, as montanhas, as cidades. Estudam porque esses elementos se encontram ,onde estão, e como eles se inter-relacionam. A palavra geografia vem do grego geographía (γεογραπηία), que significa descrição da Terra.
A geografia depende muito de outras áreas do conhecimento para obter informações básicas, especialmente em alguns ramos especializados. Utiliza os dados da química, da geologia, da matemática, da física, da astronomia, da antropologia e da biologia, e os relaciona com o estudo dos povos e de seu meio-ambiente.
Os geógrafos utilizam inúmeras técnicas, como viagems, leituras e estudo de estatísticas. Os mapas são seu instrumento e meio de expressão mais importante. Além de estudar mapas, os geógrafos os atualizam graças às suas pesquisas especializadas, aumentando assim o nosso conhecimento geográfico.
Como o conhecimento da geografia é útil às pessoas em sua vida cotidiana, o aprendizado da geografia se inicia no jardim de infância ou no ensino fundamental e estende-se até a universidade. O objetivo básico do estudo da geografia é o desenvolvimento do sentido de direção, da capacidade de ler mapas, da compreensão das relações espaciais e do conhecimento do tempo, do clima e dos recursos naturais.
O homem sempre precisou e se utilizou do conhecimento geográfico. Os povos pré-históricos tinham de encontrar cavernas para morar e reservas regulares de água. Tinham também de morar perto de um lugar onde pudessem caçar. Sabiam localizar os rastros dos animais e as trilhas dos inimigos. Usavam carvão ou argila colorida para desenhar mapas primitivos de sua região nas paredes das cavernas ou nas peles secas dos animais.
Com o tempo, o homem aprendeu a lavrar a terra e domesticar os animais. Essas atividades o forçaram a prestar mais atenção ao clima e à localização dos pastos. Mas a extensão de seu conhecimento certamente não ia além da distância que podia percorrer e um dia.
Hoje em dia não podemos nos satisfazer com um conhecimento geográfico limitado à área que circunda nossas casas. Hoje, nem mesmo basta às pessoas conhecer as terras e os mares próximos, como acontecia na época do Império Romano. Para satisfazer nossas necessidades, precisamos saber um pouco da geografia da Terra inteira.

Ontologia.
Há muitas interpretações do que seria o objeto geográfico. Ratzel afirma que a Geografia estuda as relações recíprocas entre sociedade e meio, entre a vida e o palco de seus acontecimentos. Filósofos que buscaram criar uma ontologia marxista como Georg Lukács, influenciaram a construção de um modelo de análise do objecto da Geografia. Milton Santos se debruçou sobre a construção de um modelo ontológico, explicitado na análise dialética do movimento da totalidade para o lugar.
Uma afirmação comum é de que Há tantas geografias quanto forem os geógrafos. Apesar de as múltiplas possibilidades de orientações teórico metodológicas caminharem em direções diferentes, deve-se respeitar a caracterização da Ciência Geográfica e as formulações acerca de seu objecto.
Cabe ainda afirmar que a distinção entre Geografia Humana e Geografia Física se refere aos ramos da Ciência Geográfica, pois as Geograficidades não apresentam essa fragmentação, decorrente exclusivamente da construção do conhecimento sobre a realidade.
De qualquer forma a ciência deve dar conta de questionar a relação dialética do homem com a natureza, é impossível analisar o "meio natural" sem entender a relação que tem com o homem e da mesma forma é impossível analisar o "meio social" sem compreender as determinações que vem da relação que tem com a natureza. Há ainda discussões entre a Geografia técnica e a Geografia escolar, porem ambas as parte do conhecimento cientifico apurado através do questionamento da razão, ou seja, "advém" da filosofia grega.

Princípios básicos.
O estudo da geografia compreende quatro linhas de investigação principais: São elas:
• a localização de acidentes geográficos, localidades e povos;
• a descrição das diversas partes do mundo e o estudo das diferenças existentes entre elas;
• a explicação da origem dos diferentes acidentes geográficos do globo terrestre;
• o estabelecimentos de relações espaciais entre os acidentes e regiões.
Localização.
Uma das principais tarefas da geografia é dizer onde se situam as diferentes localidades do mundo e interpretar as vantagens e as desvantagens da localização. Assim que o homem começou a se afastar dos limites da sua casa, precisou medir as distâncias e registrar essas medidas. Começou a desenhar mapas grosseiros para mostrar as distâncias e as direções. No século XV, quando começou a grande era das explorações, mais que nunca foram necessários cartógrafos (desenhistas de mapa) para registrar as descobertas dos novos continentes e oceanos.
Os mapas não apenas mostram onde se localiza um lugar, mas também fornecem sua posição com relação a outros lugares. Veja mapa.
Descrição dos lugares.
Nem todas as pessoas se satisfazem em conhecer apenas a localização de um ponto da Terra, como Paris, São Paulo, a África ou o Ártico. Querem saber que tipo de ambiente a natureza oferece na região, e o que as pessoas já fizeram aí. Querem saber como os habitantes utilizaram a terra, que tipo de casas construíram, como e onde construíram estradas, como são afinal eles próprios. Querem saber em que aspectos a região se assemelha e difere de outros lugares, e o que significam essas semelhanças e diferenças. Em outros tempos, os viajantes relatavam essas informações de viva voz. Hoje, as pessoas complementam esses relatórios com dados escritos, fotos tiradas do solo ou das alturas, e com mapas preparados com equipamentos de precisão extremamente precisos.